ABERTURA DO 68º FESTIVAL FOLCLÓRICO DO AMAZONAS - CATEGORIAS PRATA E BRONZE
Foto: Antonio Marcos
A noite da última quinta-feira, 23 de abril, foi marcada por emoção, reencontros e pelo pulsar da cultura popular amazonense com a abertura do 68º Festival Folclórico do Amazonas, nas categorias Prata e Bronze. O evento aconteceu em um cenário simbólico e acolhedor: o Mirante Lúcia Almeida, que recebeu um tablado especialmente armado para dar início a essa grande celebração das tradições.
A cerimônia de abertura reuniu importantes nomes ligados à cultura e à valorização do folclore. Estiveram presentes o diretor-presidente da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (MANAUSCULT), Márcio Brás e o deputado Abdala Fraxe, presidente da Comissão de Cultura da ALEAM, além de representantes da Liga Independente dos Grupos Folclóricos de Manaus (LIGFM) e de diversas Associações que mantêm viva a tradição das danças folclóricas na cidade.
Mais do que uma abertura formal, o momento foi de celebração da identidade cultural do povo amazonense. O brilho nos olhos dos brincantes, a energia dos grupos e o sentimento de pertencimento já anunciavam o que está por vir.
Os ensaios seguem até o próximo domingo, dia 26 de abril, em uma estrutura pensada para acolher o público e valorizar cada apresentação: palco montado, tablado para as danças, barracas de alimentação, área kids e um espaço dedicado à acessibilidade (PCD). Um ambiente que mistura organização e calor humano, típico das manifestações culturais da nossa terra.
Neste ano, o festival nas categorias Prata e Bronze acontecerá entre os dias 5 e 21 de junho, no Centro Cultural dos Povos da Amazônia (antiga Bola da Suframa) , em Manaus, com pausa apenas nos dias de jogos da seleção brasileira, um detalhe que mostra como cultura e paixão nacional caminham juntas.
Outro ponto importante é o incentivo dado aos grupos. A Prefeitura de Manaus, por meio da MANAUSCULT, publicou no último dia 15 de abril o edital de fomento que contempla 95 grupos folclóricos: sendo 42 na categoria Bronze, 47 na Prata e seis Bumbás da cidade. Um investimento que fortalece não apenas os espetáculos, mas toda a cadeia cultural envolvida como costureiras, coreógrafos, músicos, artesãos e tantos outros fazedores de cultura.
Assim, o festival começa não apenas como um evento, mas como um verdadeiro encontro de histórias, cores e tradições que atravessam gerações. É o Amazonas reafirmando sua identidade por meio da arte popular, onde cada dança conta um pedaço da alma do seu povo.
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